sexta-feira, 7 de abril de 2017

CIDADE DOS DEUSES, ALENQUER, PARÁ - Um sítio arqueológico com cachoeiras, trilhas e pedras esculpidas pelos deuses amazônicos




CONHEÇA A "CIDADE DOS DEUSES", ALENQUER, PARÁ, BRASIL
Cidade dos Deuses é cartão postal de Alenquer, Pará. Um Sítio arqueológico e cachoeiras são principais pontos turísticos da cidade.
O município de Alenquer, no oeste paraense, com uma população de 53 mil habitantes, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Alenquer se destaca por suas belezas naturais, entre as mais conhecidas estão a Cidade dos Deuses e cachoeiras Vale do Paraíso, Véu da Noiva e Princesa.
Um sítio arqueológico conhecido e explorado por excêntricas formações rochosas esculpidas pelo vento, a Cidade dos Deuses é um dos principais cartões postais de Alenquer e fica localizada a 45 quilômetros do centro da cidade.
Já cachoeira Vale do Paraíso, distante cerca de 58 quilômetros do centro da cidade, dispõe de infraestrutura para atendimento turístico, composta de chalés e um restaurante.
O local oferece aos turistas, acesso às cachoeiras Véu da Noiva e Preciosa, onde se pode chegar por trilhas com percurso de 30 minutos de duração de uma cachoeira para outra.
Entre os atrativos culturais da cidade está a festividade de Santo Antônio, padroeiro da cidade, outro ponto forte do turismo alenquerense. As comemorações acontecem entre os dias 1º e 13 de junho, com celebrações religiosas, culturais e shows musicais.
Durante os 13 dias de festividade, se intensifica o fluxo de visitantes, movimentando a oferta de serviços básicos de turismo do local, como serviços de hotelaria, alimentação, transporte e outros serviços complementares.
Os turistas podem conhecer a história e cultura de Alenquer por meio de artesanato, pintura, fotografia, música, livros e poesia.
O serviço de hospedagem é oferecido por hotéis e pousadas, que somam em torno de 166 leitos.
Alenquer é uma pequena, mas fascinante cidade, localizada em área privilegiada na amazônia. Dentro de seus limites há dezenas de belas cachoeiras que variam de pequenas corredeiras até quedas de mais de 70 metros de altura, arquitetura secular em estilos que vão do neoclássico ao barroco, sítios arqueológicos com inscrições rupestres de mais de 11.000 anos.
É em Alenquer também que está o lugar mais misterioso, místico, impressionante e desafiador do Brasil: a Cidade dos Deuses amazônicos, ou a Cidade de Pedra perdida na amazônia, com formações em arenito que constituem um ambiente onde existem portais, colunas, grutas, capelas e mais uma infinidade de formações que desafiam a imaginação bem como as leis da gravidade.
O que um dia era apenas um imenso bloco de pedra, por milhões de anos foi cuidadosamente esculpido pelos deuses amazônicos, que usaram como ferramentas a chuva, o vento e até um rio que acredita-se ter existido aqui, lapidando uma a uma todas estas formações, criando um lugar que de tão belo e incomum, passou a ser sua morada.
Só quem visita a cidade dos deuses pode sentir o mistério, a extrema energia emanada pelas pedras de arenito, um material que mais parece pó de cristais, uma fina areia que cobre o chão e brilha como fragmentos de vidro sob o forte sol equatorial.
Formações que desafiam a imaginação e a lei da gravidade, ao suportar em uma pequena base um peso muito maior do que aparenta aguentar, criando surpreendentes imagens onde ressalta a desproporção, exibindo um impressionante e frágil equilíbrio, uma sutil demonstração de como a natureza pode ser perfeita e caprichosa.
Os primeiros visitantes da cidade dos deuses passaram por aqui a mais de 11 mil anos e deixaram um raro registro. O real significado dessas inscrições rupestres não puderam ainda ser decifrados, mas supõe-se ser calendários, animais, representação de costumes e o sol, que alguns interpretam como sinais que tentariam expressar um contato com seres superiores, espíritos da floresta e seres extraterrestres.
VALE DO PARAÍSO
Uma reserva florestal composto por encostas íngremes e diversas cachoeiras, em meio à mata nativa. Localizado à 58 km do município de Alenquer no estado do Pará.
O vale foi formado com a extinção de um rio que se transformou em um igarapé, que corre sobre lápides de pedra e se divide formando diversas cachoeiras. Destacando-se as Cachoeiras: do Paraíso (12 metros de queda), Véu de Noiva (18 metros de queda com poço próprio para mergulho com lanterna), e Preciosa (35 metros de queda livre, ideal para prática de rapel).
O Vale é um local próprio para aventuras como: trilhas na selva; passeios ecológicos; noites na mata; banhos massageantes nas cachoeiras; mergulho, e; rapel. Também possui: infra-estrutura turística; bar; pousada; restaurante de culinária típica, o "Restaurante do Vale", atração devido sua localização à margem do riacho e vista privilegiada da cachoeira do Paraíso.
ESTA É A CIDADE DOS DEUSES, QUE FICA EM ALENQUER, NO PARÁ. SÃO ESCULTURAS NATURAIS FEITAS EM ROCHAS SEDENTÁRIAS. PARECEM TEREM SIDO COLOCADAS UMA A UMA.
COMO CHEGAR À CIDADE DOS DEUSES, ALENQUER, PARÁ
A cidade dos deuses fica localizada no município de Alenquer, na margem esquerda do Rio Amazonas e do Rio Surubiú, região oeste do Pará.
POR VIA AÉREA
Saídas diárias até a cidade de Santarém, com vôos diretos dos aeroportos de Belém (Pará), Manaus (Amazonas) e Brasília (Distrito Federal). De Santarém pode-se fretar um taxi aéreo com tempo aproximado de 20 minutos. As companhias aéreas TAM / GOL / AZUL operam para Santarém
POR VIA FLUVIAL
Por meio de barcos com saídas diárias de Santarém e duração da viagem em torno de 4-5 horas. Existem embarcações com saída de Manaus (AM) e saída de Belém (PA) com destino a Santarém. Por meio de lanchas rápidas tipo Catamarã, da Tapajós Expresso Hidroviário com saídas diárias de Santarem e duração de 2 horas.
POR VIA TERRESTRE
Pode-se chegar a Alenquer em ônibus ou de carro particular, partindo dos municípios de Oriximiná, Óbidos, Prainha, e Monte Alegre. De Santarém se faz necessária uma travessia de Balsa via Localidade de Santana do Tapará em Monte Alegre.
AQUI TEM REGISTRO DE PASSAGEM DE SERES HUMANOS, HA 11 MIL ANOS ATRÁS, SEGUNDO A PINTURAS RUPESTRES ENCONTRADAS POR AQUI.
VALE A PENA VOCÊ VIR CONHECER ESTA MARAVILHA DA NATUREZA, QUE ESTA NO NOSSO BRASIL, NO ESTADO DO PARÁ.
UM PASSEIO POR ESTAS BELEZAS, NOS MOSTRA O QUANTO SOMOS PEQUENOS E INDEFESOS, DIANTE DA MÃE NATUREZA. QUE FAZ MARAVILHAS, COM PACIÊNCIA E PERFEIÇÃO.
INFORMAÇÕES, PREÇOS E MELHOR ÉPOCA
Para ter informações sobre o clima, guias turísticos e condições de turismo na cidade, procure a Secretaria de Cultura de Alenquer: tel. 93-35261472.
AQUI, VOCÊ VÊ MAIS CONSTRUÇÕES BEM ELABORADAS PELA NATUREZA

VALEU PELA VISITA - SEMPRE VOLTE



Fonte / Fotos = g1.com / Thymonthy Becker / estradasecaminhos / IBGE / cidadedosdeuses.com.br /

BRAGANÇA, PARÁ - Bragança respira Fé, Tradição e Cultura, nas belezas de suas praias, manguezais, rios, igarapés e ilhas




CONHEÇA A CIDADE DE "BRAGANÇA", PARÁ, BRASIL
Bragança, localizada na região nordeste do Pará, a 210 quilômetros de Belém, capital do Estado, é um dos municípios mais procurados pelos turistas ao longo do ano, em especial durante as férias escolares.
Lar da Marujada, manifestação cultural que reúne milhares de pessoas no município para festejar São Benedito, Bragança tem praias oceânicas belíssimas, pra quem quiser aproveitar em qualquer época do ano.

A cidade, de origem portuguesa, guarda na sua cultura características religiosas marcantes e também festeja São Sebastião e Nossa Senhora de Nazaré.
Suas fronteiras são estratégicas. Assim, o município oferece o maior número de opções aos turistas: ao Norte está o oceano Atlântico, ao Sul, o município de Santa Luzia do Pará, a Leste os municípios de Augusto Corrêa e Vizeu e a Oeste, Tracuateua.

Na língua tupi, Caeté quer dizer 'mato grande' e, por estar localizada à margem esquerda do rio Caeté, Bragança é carinhosamente chamada de a 'Pérola do Caeté'.
A força da cultura bragantina, o valor da história e da cultura do município, somados às privilegiadas características naturais, colocam Bragança na rota dos turistas neste veraneio, que encontram na bela praia de Ajuruteua um porto seguro para o lazer, a diversão, a tranqüilidade e, claro, sol e areia branca à vontade. Afinal, a praia tem mais de 100 quilômetros de extensão.

Ajuruteua fica a 36 quilômetros e seu acesso é pela PA-458, partindo de Bragança, em um trajeto de 30 minutos de carro.
Outro lugar de beleza inesquecível em Bragança é a ilha de Canela, que abriga um dos maiores ninhais de guarás do mundo. A revoada dos guarás, pássaro típico da Amazônia, é um dos espetáculos mais encantadores proporcionados aos turistas.

Na ilha, que é uma Unidade de Preservação Ambiental, vivem cerca 40 mil espécies de pássaros, entre guarás, garças e maçaricos.
Belos igarapés completam a paisagem bragantina, oferecendo um passeio fluvial pelo rio Caeté, que nasce na localidade de Bonito mas tem sua plenitude em Bragança.

Seu percurso é de 60 quilômetros, desde a nascente até a foz e seus afluentes são os rios Jenipaú-Açu, Água Preta, na margem direita e Cipó-Apara, na margem esquerda, onde também encontramos os igarapés Anauera e do Meio.
No limite entre Bragança e o município de Augusto Corrêa está, ainda, o rio Arapucu.

O rio Tracuateua, cujo afluente é o igarapé Açaiteua, limita Bragança a oeste com os municípios de Primavera e Capanema.
Se ainda houver pique, não deixe de visitar a praia Campo do Meio, que oferece infraestrutura de bares, restaurantes e lanchonetes, além de ambiente próprio para quem gosta de agitar. As praias do Farol Velho e do Pilão também são muito atraentes e devem ser visitadas, assim como a Vila dos Pescadores.

AQUI O RIO CAETÉ QUE BANHA A CIDADE DE BRAGANÇA, PA
imagem - Lúcio Coutinho
População estimada 2016 (1) - 122.881
Área da unidade territorial 2015 (km²) - 2.091,930
Densidade demográfica 2010 (hab/km²) - 54,13
Código do Município 1501709
Gentílico - bragantino
ORIGEM DO NOME
De origem portuguesa, o topônimo, segundo Xavier Fernandes, deriva-se Brigância e, segundo outros, de beneguerença.
Outros creem ser uma homenagem a cidade de Bragança em Portugal.
Gentílico: bragantino
HISTÓRICO
Bragança, inicialmente habitada pelos índios apotiangas da nação dos tupinambás, está localizada à margem esquerda do rio Caeté, razão pela qual é chamada de “Pérola do Caeté”. É uma das cidades mais antigas do Estado do Pará, com quase quatro séculos de história.
Há controvérsia em referência aos primeiros visitantes dessa cidade. Há registro informando que seus primeiros visitantes foram os franceses, em 1613, com a expedição do Senhor de La Ravardière.
Porém, na Enciclopédia dos Municípios Brasileiros consta que “decerto foram os franceses os primeiros europeus que, em explorações marítimas, investigaram os meandros da costa paraense, entre o rio Gurupi e a cidade de Belém.”
No território do município de Bragança, entretanto, não figura fundação alguma, pelo menos com segurança, que lhe possa dar qualquer menção de antecedência.
O município bragantino fazia parte da capitania do Gurupi. Esse local foi doado por Felipe III, de Espanha, para Gaspar de Souza, Governador-Geral do Brasil, através de carta de 9 de fevereiro de 1622.
Em 1633, Francisco Coelho de Carvalho deu ao seu filho Feliciano Coelho de Carvalho a mesma capitania. Doação essa que foi reprovada pela coroa espanhola, em virtude da reclamação de Álvaro de Souza, filho de Gaspar de Souza, à Corte de Madri. Álvaro de Sousa procurou desenvolver e impulsionar a sua capitania, fundando o povoado, à margem direita do rio Caeté.
Ao governador e capitão general do Grão-Pará, Francisco Xavier de Mendonça Furtado, deve o município atual a sua criação, cuja sede ficou desde 1753 com a denominação de Bragança.
Os prédios históricos instalados nas ruas do município de Bragança, tais como a Igreja de São Benedito, do século XVIII, a catedral de Nossa Senhora do Rosário, construída na segunda metade do século XIX, o Instituto de Santa Teresinha, entre outros, traduzem parte da sua história marcada pela colonização portuguesa.
AQUI A PRAÇA DAS BANDEIRAS EM BRAGANÇA, PA
imagem - Gi Morais
CONHEÇA UM POUCO MAIS DESTA BELÍSSIMA CIDADE DE BRAGANÇA, PA
imagem -  Wikipédia
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imagem - Gi Morais
imagem - Niani
O CORETO DA PRAÇA EM BRAGANÇA, PA
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imagem - Madson de Oliveira
imagem - Niani
imagem - Eloi Raiol
imagem - Eloi Raiol
MARUJADA EM BRAGANÇA, PA
A Marujada surgiu em Bragança no final do século XVIII, quando 14 escravos negros receberam o consentimento de seus senhores para a organização da Irmandade de São Benedito, o Santo Preto, como é chamado por seus devotos. Os negros foram dançar pelas ruas da cidade em agradecimento pela conquista.
Por mais de dois séculos, de 18 a 26 de dezembro, o povo bragantino festeja ao ritmo do retumbão, xote, roda, valsa e mazurca. Os instrumentos musicais usados pelo tradicional grupo regional são tambores, cuíca, pandeiros, rabeca, viola, cavaquinho e violino.
PRAIA
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ORLA DA PRAIA DE BRAGANÇA, PA
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CAIAS EM BRAGANÇA, PA
imagem - Ricardo Lund
imagem - Elder Figueira
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imagem - Jamerson Viana
imagem - Carlos Santos
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VEJA A BELEZA HISTÓRICA DA CIDADE DE BRAGANÇA, PA
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BANCO DO BRASIL
Prédio moderno, construído com arquitetura dos casarões históricos.
imagem - Eloi Raiol
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IGREJA DE SÃO BENEDITO NA CIDADE DE BRAGANÇA, PARÁ
Construída pelos jesuítas, apresenta peças barrocas no seu interior. Possui apenas uma torre com a sacristia do mesmo lado. Sua fachada é pintada de branco, tendo elementos em alto relevo.
A igreja situa-se às margens do rio Caeté e é cenário de uma das maiores festas religiosas do município de Bragança: a Festividade de São Benedito, que acontece no período de 18 a 26 de Dezembro.
imagem - Niani
CATEDRAL NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO EM BRAGANÇA, PARÁ
Construída em 1854 pelos escravos e inaugurada em 1876, sendo com isso o segundo templo da cidade de Bragança. Abriga o túmulo de Dom Eliseu Maria Corolli.
A Vila de Bragança se expandia de tal maneira que a igreja matriz ficou na periferia. Este fato e a constatação de que a praça em frente à matriz se tornara pequena para os festejos da padroeira, levaram os diretores da irmandade de N. Srª do Rosário a entrarem em negociação com os diretores da Irmandade de São Benedito, que estavam construindo uma igreja num local mais amplo e espaçoso, propondo-lhes fazer a permuta, o que se efetivou em 1872
imagem - Niani
INSTITUTO SANTA TERESINHA NA CIDADE DE BRAGANÇA, PARÁ
imagem - Eloi Raiol
imagem - Breno Peck
MERCADO MUNICIPAL DE BRAGANÇA, PARÁ
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SEDE DO PODER EXECUTIVO - PREFEITURA MUNICIPAL DE BRAGANÇA, PA
imagem - Niani
CASA DAS TREZE JANELAS NA CIDADE DE BRAGANÇA, PA
imagem - Madson Oliveira
HOSPITAL SANTO ANTÔNIO EM BRAGANÇA, PA
Foi construído no ano de 1954 e fundado por Dom Eliseu Maria Corolli em terreno doado pelo Sr. Aluísio Ferreira, com contribuição financeira do Governo Federal. Inicialmente funcionou como maternidade, denominada Nossa Senhora da Divina Providência. Atualmente funciona como hospital, sendo um dos maiores de Bragança.
imagem - Gi Morais
imagem - Niani
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PALACETE EPISCOPAL EM BRAGANÇA, PA
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imagem - Niani
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PORTO DO MIRANTE SÃO BENEDITO EM BRAGANÇA, PARÁ
imagem - Carlos Fernando macedo
ESCADARIA DO MIRANTE SÃO BENEDITO EM BRAGANÇA, PA
imagem - Carlos Fernando Macedo
imagem - Carlos Fernando Macedo
Hotel em Bragança, Pará
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imagem - Niani
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imagem - Niani
ESTA EH A BANDEIRA DA CIDADE DE BRAGANÇA, PARÁ
ESTE EH O BRASÃO DO MUNICÍPIO DE BRAGANÇA, PARÁ

VALEU PELA VISITA




fonte / fotos = IBGE / Thymonthy Becker / Wikipédia / Portal do Governo / Divulgação / guidoturismobrasil.com /